Homem Urbano: Tendência de Produtos para a Pele

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A poluição é um grande problema das cidades. Se você é um homem urbano que se arrisca pela selva de pedras todos os dias para buscar seus objetivos sabe o quanto um ambiente assim afeta nosso estilo e qualidade de vida. Cada vez mais estudos revelam quais danos a poluição causa à nossa saùde. Recentemente conseguiu-se ter mais informações sobre como essas partículas de poluição afetam nosso maior orgão: a pele. Os Estados Unidos, Europa e Japão inclusive já tem muitas conferências para discutir esse assunto. Se liga e vem com a gente descobrir o motivos de alguns danos e problema que sua pele pode ter devido à poluição (como por exemplo: oleosidade excessiva, vermelhidão e descamação), e o que você pode fazer para melhorar sua aparência e curtir tudo que as cidades podem lhe proporcionar.

Poluição particulada, também conhecida por “material particulado” (PM) se refere à complexa mistura de partículas em suspensão no ar, de diferentes tamanhos, formas e composição química: líquida e gasosa, metais pesados, carbono, etc.

Algumas partículas, como poeira ou fuligem, são grandes suficientes para serem vistas a olho nu, outras são tão pequenas que só são detectadas utilizando a mais avançada tecnologia. Essas partículas finas são classificadas em dois grupos principais: PM10 e PM2.5. Isto é, material particulado com diâmetro menor que 10μm (micrômetros) e menor que 2.5μm respectivamente. Por serem tão pequenas, até 20x menores do que um fio de cabelo, recentemente descobriu seus danos, através da inalação, de reações biológicas com receptores específicos e absorção através dos poros da pele. Os poluentes estão presentes na fumaça dos veículos, das indústrias, do cigarro e até nas cozinhas residenciais, sendo conduzidos pelo ar.

 

UMA PREOCUPAÇÃO INVISÍVEL: O NOVO UV

O índice de poluição, medido pela concentração de PM2.5 no ar, é encarado de forma tão séria pelos institutos de pesquisa, quanto as consequências dos raios solares (UV) na saúde dos seres humanos. A grande preocupação causada pela poluição é que ela está presente em todos os lugares, inclusive a noite, diferente do UV. O PM2.5 tem consequências intensas e contínuas. O atual estilo de vida urbano fez com que a pele ficasse mais exposta a todo tipo de agressores e poluentes. Este contaminante funciona como catalisador do stress oxidativo da pele. Isso significa que as partículas PM2.5 induzem a formação de radicais livres e resulta: no aumento do aparecimento de manchas e cravos; desequilíbrio do sistema de produção sebácea, deixando a pele mais seca ou mais oleosa; perda de colágeno, redução de firmeza e elasticidade; aumento do aparecimento de rugas e linhas de expressão; perda de água, “desidratação” da pele; perda de propriedade de barreira e hipersensibilidade na pele.

Os poluentes foram recentemente considerados fontes importantes para o estresse cutâneo, ou seja, são os segundos responsáveis pelos principais danos relacionados a saúde e a beleza da pele do homem. A primeira causa do estresse

oxidativo da pele, é a falta de sono, a terceira o estresse diário e a quarta os raios solares. Foi o que apontou uma recente pesquisa que considerou a percepção de consumidores em 11 países (Fonte: Cosmetic Ingredients Consumer Study).

No Brasil, segundo um levantamento da OMS (Organização Mundial de Saúde) divulgado em maio de 2016, os índices de poluição em São Paulo, por exemplo, são duas vezes superiores aos testes estabelecidos pelo órgão para considerar a qualidade do ar aceitável.

 

CONSEQUENCIAS DA EXPOSIÇÃO DA PELE ÀS PARTÍCULAS PM2.5

A pele é considerada o maior órgão do corpo humano, e uma de suas principais funções é a proteção, uma barreira física entre o ambiente e o corpo. Ela possui seus próprios mecanismos de defesa físico e biológicos e quando exposta a um risco, como os poluentes ambientais, ela ativa esses mecanismos para combater os possíveis danos. Frente a uma exposição repetida e prolongada, seus mecanismos tornam-se insuficientes e os resultados são danos irreversíveis, podendo comprometer inclusive a própria habilidade de detoxificação.

Os principais alvos dos poluentes ambientais na pele são as células, seus componentes lipídicos, proteicos e o DNA. Os poluentes atuam como catalisadores do estresse oxidativo, resultando em um aumento de radicais livres e inflamação tecidual. Entre as principais consequências está o envelhecimento prematuro da pele com perda de até 60% de colágeno, gerando flacidez e aparecimento de rugas e linhas de expressão. Além disso, deixa a pele hipersensível e reativa, podendo apresentar dermatites e eczemas. Os poluentes também modificam a secreção do sebo e sua composição, desequilibrando a hidratação natural da pele. O resultado é uma pele ressecada ou oleosa demais, podendo até aumentar a incidência de acne.

Outra consequência do PM2.5 são as manchas, frequentemente tratada em peles de pessoas urbanas. Um estudo da Alemanha (Airborne carbon particle exposure and extrinsic skin aging, 2010) com mais de 400 voluntários, mostrou que pessoas que vivem em áreas urbanas apresentaram 20% mais manchas na pele (testa e bochecha) do que aqueles que vivem em áreas rurais. Os voluntários urbanos também apresentaram sinais de envelhecimento, incluindo rugas profundas e superficiais. Com a frequente exposição a poluição, os danos se agravam, gerando a redução nos níveis de oxigênio celular, consequente toxicidade e até mesmo mutações no DNA da célula.

 

DICAS DE PRODUTOS

Uma dica de produtos bacanas é a linha Urban da Cia da Barba Hidratante Facial Urban Detox e a Espuma de Limpeza Facial Urban Detox que possuem ativos eficazes na proteção da pele contra essas partículas.

Espuma de Limpeza Facial Urban Detox Cia da Barba
Hidratante Facial Urban Detox Cia. da Barba

Além disso a marca Cia da Barba preza por buscar tendências e conceitos reconhecidos na Europa, EUA e Japão e adequa ao perfil e a pele do homem brasileiro. Desta forma os produtos obtêm o máximo de desempenho e oferecer experiências sensoriais exclusivas. A marca também se preocupa com a sustentabilidade e preza por utilizar ingredientes vegetais que possuem rápida biodegradabilidade, além de não fazer testes em animais.

Airborne carbon particle exposure and extrinsic skin aging, 2010: http://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0022202X15346455

 

Texto adaptado de Cia. da Barba

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